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Eurogroup Consulting Portugal
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Eurogroup Consulting is a management consulting independent, and a founding member of Nextcontinent, an international network based on more than 55 offices in 40 countries. In Portugal, with more than 20 years of experience, we take action in organizations to advise...

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Consulting

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1995

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Consulting Solutions By Industry

Financial Services

À medida que os mercados financeiros evoluem, as instituições financeiras e seguradoras mantêm a necessidade de preservar e aumentar lucros, sendo que surgem as necessidades de redução de custos, sem decréscimo dos níveis de serviço, mantendo os clientes satisfeitos e fidelizados.

 

Nos Seguros, em ambiente regulatório em mutação, a quebra generalizada do valor dos ativos coloca pressões adicionais para gestão do risco e para aumento da rendibilidade.

 

Colocamos à disposição das empresas um conjunto experiente de profissionais, que ajudam a solucionar para os desafios que se colocam ao sector, que implicam, entre outros:


  • Processos de trabalho mais ágeis, tanto em matéria de processos de negócio como de suporte ao mesmo;
  • Redução de custos, por exemplo nas arquiteturas e projetos de tecnologia;
  • Melhoria do potencial de aproveitamento das interações com os clientes, conhecendo-os ao ponto de entender quais as suas necessidades, através de uma eficácia comercial superior;
  • Aumento do grau de captação e fidelização de clientes, através de uma superior eficácia comercial.


PERSONAL FINANCE & LEASING

O mercado de crédito ao consumo é um dos mais dinâmicos no sector financeiro com vários efeitos dominantes: incremento da procura de créditos pessoas e de cartões de crédito em resultado das necessidades de liquidez das famílias e a busca de inovações e revisões do lado da oferta.

 

Os grandes players do sector necessitam de combinar a sua resposta simultânea ao aumento da procura de liquidez, mas também considerando menores taxas e controlo de riscos associados aos principais processos comerciais.

 

A inovação adquire um papel central em várias vertentes:


  • Produtos – sobretudo na sua vertente mais alargada onde se verifica uma predominância da componente de serviços sobre a tecnologia
  • Distribuição – emergência de canais não convencionais em resposta aos requisitos de proximidade evidenciados por clientes mais exigentes.
  • Marketing – diferenciação do customer experience como pilar de vantagens competitivas
  • Processos – melhoria dos processos para assegurar a qualidade de serviço aos clientes assegurando um custo mínimo/eficiência.


RETAIL BANKING

A crise financeira alterou de forma significativa o mercado bancário nacional e internacional, generalizando-se a adoção de práticas de negócio mais conservadoras num contexto de incerteza, de diminuição de margens e de contração do negócio.

 

A concessão de crédito torna-se cada vez mais criteriosa, generaliza-se a adoção de mecanismos de pricing ajustado ao risco e os Bancos procuram melhorar os seus processos de cobrança e recuperação de crédito.

 

Em simultâneo num contexto de crise surgem oportunidades únicas de expansão de Bancos regionais, a domésticos, multi-local e globais o que origina melhorias em áreas distintas como a distribuição, marketing, redes comerciais, inovação, IT, Back Offices, Gestão de Recursos e competências que podem alterar inclusive a estratégia e o modelo de negócio.

 

Os Bancos procuram ainda minimizar os custos de Distribuição e maximizar a experiência do consumidor como fator diferenciador para a fidelização dos clientes. Os Balcões surgem no centro da estratégia multicanal, pois apesar da emergência de novas plataformas (mobile-banking, social media), a generalidade dos Bancos não consegue replicar o volume de negócios por eles gerados através de canais alternativos. Assim, os Bancos redesenham os seus balcões para novos modelos de serviço.

 

Os investimentos em novas tecnologias, a revisão de processos comerciais e de gestão de serviços (automatização, abordagens segmentadas, Visão Única do Cliente) e a Gestão de Recursos Humanos constituem as principais áreas de atuação dos Bancos.



INSURANCE

O sector segurador tem globalmente vindo a sobreviver à crise financeira e o mercado tem assistido a vários fenómenos:


  • As margens têm sido extremamente afetadas pela queda das vendas de produtos financeiros, obrigando a que os players no sector aumentam a vigilância no controlo de custos operacionais e de aquisição e na gestão de sinistros e do seu portfolio. A crise financeira originou quedas nos prémios emitidos, aumentos nas taxas de sinistralidade e menores investimentos.
  • Os vários modelos de Bancassurance são ameaçados sobretudo pelos constrangimentos decorrentes de Solvência II.
  • A procura e desenvolvimento de novos modelos de negócio e canais (internet, redes sociais, novos formatos físicos, quiosques…) é uma constante para os operadores dos mercados emergentes e mais maduros.
  • Os consumidores tornam-se mais exigentes, menos fiéis e efetuam shopping around multicanal.


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Retail & Consumer Goods

O Sector da Distribuição, Retalho e Consumo encontra-se fortemente condicionado pela conjuntura macroeconómica, significativas e constantes alterações nos padrões de comportamentos do consumidor, novos concorrentes e oferta diferenciada emergência dos novos canais de relacionamento com os clientes, como é o caso das vendas online e das redes sociais, a permitirem rápidas comparações de produtos e preço em diversos dispositivos móveis.


RETAIL

Por vários anos, operadores e observadores do setor da distribuição testemunharam o aumento irresistível da Internet nos hábitos de consumo. A Internet afeta toda a vida do cliente: a busca de informações (a grande maioria dos consumidores prepara suas compras on-line), o ato de comprar em si e a subsequente partilha de opiniões e comentários nas redes sociais.

 

Como consequência da influência dos canais digitais (cujos impactos provavelmente serão ainda mais notáveis) surgiu a disseminação explosiva de ferramentas de mobilidade: a Internet está agora cada vez mais ao alcance do consumidor.

 

O retalho físico e on-line são dois mundos que não aplicam os mesmos códigos e enfrentam as mesmas restrições, mas estão ligados pela experiência do consumidor: os clientes desejam comprar on-line e compartilhar imediatamente as notícias da compra, seguir seu pedido no smartphone, coletá-lo de uma loja (clique e colete) e, se necessário, devolva o item para as lojas do retalhista.

 

Para gerir o boom na digitalização, os retalhistas devem implementar um itinerário de cliente omnichannel. O comércio eletrônico tornou-se um canal que complementa em vez de competir com as lojas. A questão principal é permitir uma experiência contínua para clientes com itinerários cada vez mais complexos entre canais e vários dispositivos.

 

Nessa estratégia omnichannel, os retalhistas devem determinar com precisão o papel de cada canal no itinerário do cliente 3.0 e, portanto, questionar o modelo de negócios da loja. As lojas não estão condenadas a um futuro de “showrooming” ou mesmo de extinção! O retorno da loja local e o desenvolvimento de novos conceitos como drive, lojas pop-up, lojas conceito, etc., são prova disso.

 

Hoje, as lojas devem focar nas emoções individuais e humanas, atrair os sentidos e alimentar a imaginação, garantindo a consistência da marca nos diferentes canais.

Os pontos de venda também devem introduzir tecnologia digital para se adaptar aos novos modos de consumo 3.0 e fornecer acesso à informação na loja: implantação de terminais, assistentes de vendas treinados e equipados com tablets, permitindo que eles verifiquem registos de clientes de toda a cadeia de retalho, independentemente do canal. Além das mudanças percebidas pelo cliente, todos esses desenvolvimentos resultam na necessidade dos retalhistas questionarem os seus modelos operacionais em vários pontos, incluindo os seguintes: melhoria na seleção e reposição de stocks, implementação de um plano mestre de logística cross-channel, transformação cultural, RH, etc. Isso acontecerá num contexto de controle de custos muito restrito para lidar com o aumento da concorrência internacional.



CONSUMER GOODS

As estratégias multicanal concentram-se no cliente final. O conhecimento do cliente é um fator chave, permitindo a criação de serviços futuros para gerar valor acrescentado e crescimento. O desenvolvimento de marcas e seu impacto nos media têm provado ser um fator central na equação, uma vez que reforçam as estratégias de pricing a adotar.

 

A Inovação é chave: novos modelos de negócio diferenciadores e fora da caixa, atualização da oferta, novas formas, canais e meios de comunicar com os consumidores (atendendo às suas necessidades e perfil); personalização e serviço ao cliente obrigam á revisão dos processos e sistemas que assegurem o adequado desempenho organizacional exigido pelo negócio.

 

A indústria também deve responder às questões sociais: mudanças demográficas, novas expectativas e preocupações dos consumidores relacionadas com o desenvolvimento sustentável, progresso regional e estabilidade do poder de compra, apesar do aumento dos preços das matérias-primas. Esta é a razão por que dedicamos grande esforço para acompanhar os desenvolvimentos no setor. Permite-nos compreender os problemas dos nossos clientes, adaptar-se à sua cultura e antecipar mudanças graduais e repentinas para fornecer a assistência adequada.


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Manufacturing & Services

A realidade das economias europeias evidencia, desde há anos, dificuldades significativas de crescimento.

 

Em Portugal, mercado de dimensão reduzida, num cenário que podemos considerar de “inconsistente”, apesar das menores limitações ao crédito concedido – tanto a empresas como a particulares – e do ligeiro acréscimo do rendimento disponível e do consumo privado, indicadores como os índices de produção industrial, de volume de negócios de setores como construção civil e obras públicas e os próprios serviços continuam a demonstrar alguma retração.

 

Num quadro de continuada necessidade de racionalizar investimentos, reduzindo custos, mantendo idealmente os níveis de serviço e, se possível, inovando, serão provavelmente melhor sucedidas as organizações que consigam, entre outros objetivos:


  • Estruturar os seus processos de trabalho de forma mais eficiente e ágil, respeitando em todas as circunstâncias o quadro regulamentar em vigor, seja em matéria de preservação ambiental, seja das boas práticas de fabrico;
  • Tornar mais eficiente a utilização dos recursos, sejam estes materiais (financeiros, produtivos, por exemplo) e humanos;
  • Entender devidamente, organizando a informação, quais as necessidades dos consumidores e de como estas podem ser satisfeitas, ao valor justo;
  • Disponibilizar mecanismos de interação com o mercado que agilizem o processo de venda e de distribuição, alargando a operação a outras geografias;
  • Distinguir entre investimentos rentáveis e não rentáveis, investimentos estratégicos e investimentos táticos, remunerando adequadamente os acionistas.



SERVICES

As Empresas de Serviços são frequentemente confrontadas com a necessidade de oferecer valor aos clientes com base em intangíveis, por vezes difíceis de quantificar.

 

O aumento de concorrência entre empresas e a diversificação da oferta, a facilidade de acesso a informação por parte dos consumidores, fortemente impactada pelas tecnologias de informação, são fatores de complexidade e desafio da gestão onde os clientes e consumidores estão cada vez mais exigentes na formação das suas necessidades e expectativas.



AUTOMOTIVE

O Sector Automóvel não é apenas produção, distribuição e pós-venda. Muitas outras atividades económicas desenvolveram-se em torno do produto, desde o financiamento e dos seguros, ao aluguer de viaturas e inúmeros serviços inovadores.

 

No atual contexto macroeconómico, o sector precisa adaptar-se e desenvolver novos modelos de negócio. A concorrência entre os vários intervenientes na cadeia de valor é ainda mais forte e assiste-se à chegada de novos players ocupando posição nas atividades com maior rentabilidade.

 

A indústria automóvel está numa encruzilhada composta por uma economia onde os recursos financeiros são escassos ou caros e as soluções energéticas e os combustíveis fósseis com futuro limitado.

 

As empresas com atuação no âmbito dos produtos ou dos serviços no sector automóvel, terão que rever constantemente o seu posicionamento e ser capazes de mudanças rápidas nas suas opções estratégicas e na capacidade de implementação. Mais do que nunca a gestão da mudança envolvendo o compromisso individual e a mobilização de todos os colaboradores são os principais fatores chave de sucesso das empresas.


PHARMACEUTICAL

A indústria farmacêutica está sob crescente pressão de mudança, procurando o equilíbrio entre os papéis de: serviço público, contenção dos custos com produtos farmacêuticos e a dinâmica competitiva existente no sector.

 

Por um lado, o envelhecimento das populações requer a contenção com despesas de saúde, exercendo pressão sobre a redução de custos. Por outro lado, a redução no número de blockbusters e a concorrência dos genéricos está a fazer evoluir o mercado para os produtos de cuidados especializados e para a procura de sinergias por via de operações de fusão e aquisição.

 

A estes desafios acrescem ainda a mudança de regulamentação, mesmo entre os países europeus, as crescentes restrições de acesso a médicos e a liberalização da distribuição e venda.

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Public Sector

Por muitos anos, tem havido esforços contínuos para modernizar o sector público.

 

O objetivo básico é implementar as decisões de política pública de maneira mais eficaz, melhorar a qualidade dos serviços públicos prestados pela administração e reduzir os gastos públicos. Adotando uma abordagem mais participativa, envolvendo agentes e utilizadores com base em suas expectativas ou na expressão de potenciais linhas de inovação, a fim de identificar medidas para melhorar as iniciativas públicas. Analisar os requisitos de modernização com mais detalhes e os objetivos finais das iniciativas públicas, através da avaliação sistemática mais ampla das políticas públicas conjuntas, é uma grande tarefa ainda a ser realizada.

 

Temos sido parceiros de entidades do sector público na resposta a desafios que nos conferem uma relevante experiência de trabalho com entidades públicas e governamentais, nomeadamente nos seguintes domínios:


  • Desenvolvimento da capacidade de inovação ao nível dos processos e modelos de gestão – simplificação de processos, revisão das estruturas organizativas e sistemas de gestão, definição e implementação de modelos de gestão baseados em resultados;
  • Melhoria da produtividade – estudos de benchmarking de níveis de serviço e afetação de recursos, redução de custos externos, montagem de serviços partilhados, alteração de métodos e da organização do trabalho;
  • Desenvolvimento de competências – definição das competências alvo, dos gaps e planos de necessidades, execução de ações de formação ao nível técnico, comportamental e de capacidades de gestão e desenvolvimento de programas de acompanhamento e coaching de dirigentes.


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Energy & Utilities

Recentes mudanças como a liberalização do sector e o desenvolvimento de novas tecnologias, e ainda o impacto da atual situação económica mundial têm transformado o modelo de negócio das indústrias que compõem o sector e também a forma como estas empresas se relacionam com o mercado.

 

Ajudamos os players do mercado a entender o significado destas evoluções, a clarificar a sua complexidade, e a permitir que os gestores baseiem as suas decisões em prioridades estratégicas.

 

Construímos as nossas credenciais junto dos maiores operadores nacionais, em projetos de natureza diversa, como a definição estratégia, gestão de IT, análise de investimentos e training. Alguns dos projetos recentemente desenvolvidos importantes referências no sector com implementação em empresas líderes de mercado.

ENERGY

As empresas de energia iniciaram o processo de preparação para os desafios que terão de enfrentar nos próximos anos.

 

A adicionar às medidas impostas pelo regulador, surgem questões de origem ambiental (redução do consumo energético e dependência europeia face às fontes externas de energia), e tecnológica que obrigam ao redimensionamento da rede e a uma maior eficiência energética.

 

Em suma, podem ser identificados como principais desafios para o sector energético:


  • Concretizar e estabilizar a lógica de integração de mercados, assegurando maior coerência da regulação na Europa;
  • Diversificar as fontes de energia (nuclear, carvão, gás, solar, biomassa…) e identificar iniciativas específicas sobre o papel do gás na produção de eletricidade;
  • Contribuir para a concretização do objetivo europeu 20-20-20;
  • Atuar, reforçando a comunicação, na alteração do comportamento do consumidor face ao consumo e ao seu papel como ator ativo na produção;
  • De forma a dar resposta a estes desafios, os operadores vêem-se confrontados com a necessidade de maiores investimentos, maior eficácia e eficiência operacional, e de adequação da sua oferta e modelo de negócio.


TELECOMS & MEDIA

As maiores alterações no sector das Telco, Media & Entertainment têm-se dado a dois níveis fundamentalmente: migração digital pelo desenvolvimento (e massificação) de novas tecnologias como a Internet e o mobile media.

 

Estes desafios alteram de forma significativa os modelos de negócio das empresas do sector que, reforçados pela atual crise económica e financeira (e aumento da concorrência), veem afetadas as suas principais fontes de receita.

 

Embora as empresas neste sector tenham perfis, background e cultura bastante próprias, todas têm, neste momento, o mesmo desafio pela frente: como traduzir o investimento em novos produtos, serviços e tecnologia em benefícios concretos?

 

Apesar do mercado europeu demonstrar alguma saturação para os produtos tradicionais (serviços de voz, produtos de impressão, eventos tradicionais de música), o impulso da tecnologia vem criar oportunidades de integração entre entretenimento, conteúdos e infraestrutura, nomeadamente projetos de orientação estratégica e de orientação à performance operacional.



TRANSPORT & TRAVEL

A indústria dos transportes tem sido severamente atingida pela crise mundial ao mesmo tempo que enfrenta, no contexto europeu, medidas de liberalização, de privatização e de consolidação que contribuem para a dinâmica atual do sector.

 

A redução do fluxo de passageiros e do transporte de carga, e o aumento dos preços dos combustíveis são alguns dos fatores que têm impactado na diminuição frequente de receitas.

 

Cabe aos fornecedores e operadores do sector o desafio de repensarem a sua oferta de valor e de alcançarem um grau de eficiência operacional sustentável face a esta nova realidade.

 

Nesta área, por um lado, trabalhos como a definição estratégica, benchmarkings e business cases, que permitem desafiar, repensar e redesenhar o modelo de negócio, mas também em projetos para a melhoria da eficiência operacional, como o redesenho de processos da cadeia de valor e o Value Creation, com efeitos imediatos sobre os resultados.


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Consulting Solutions By Capability

Sustainable Growth

Além de definir uma estratégia, dar-lhe vida.

 

Primeiro, definir a estratégia, e depois, fazê-la acontecer. Sabemos que o caminho entre a reflexão estratégica de um dirigente e a sua transcrição no terreno pressupõe desafios. Nas intervenções em matéria de definição estratégica, e quando se trata de implementar as opções validadas, a arte de mobilizar faz a diferença na concretização e nos resultados.

 

Intervimos em desafios que exigem conjugar a visão de mercado e o conhecimento das organizações em três momentos essenciais:

Decide – tomada de decisões estratégicas estruturantes que vão impactar a competitividade da empresa;

Refine – reflexão e atualização dos temas core nos ciclos de planeamento estratégico, reforçando sempre a coesão das equipas (incluindo liderança);

Implement – aceleração e segurança na implementação das decisões estratégicas, bem como mobilização das equipas para mudanças organizacionais e culturais.

 

Apoiamos as empresas a responder aos seus desafios estratégicos com reflexões aprofundadas e elementos fatuais, promovendo a mobilização das suas equipas.



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Operational Excellence

 “Nada é permanente excepto a mudança” (Heráclito, 501 a.c.)”

 

As questões operacionais são complexas e heterogéneas: os Modelos de Governo, as Estruturas Organizacionais, os Processos, a Digitalização, os Recursos, as Competências, os Modelos de Monitorização, a Medição da Performance, a Cultura, entre outros.

 

Com base na senioridade e experiência das nossas equipas, apoiamos a transformação das operações dos nossos clientes, preparando-os para o desenvolvimento, crescimento e para a maximização da sua eficiência operacional.

 

A nossa preferência por abordagens pragmáticas e de mobilização, garante que sejam ultrapassados desafios da mudança com o envolvimento das equipas da empresa.


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Human Capital

“When people are financially invested, they want a return, when people are emotionally invested, they want to contribute” Simon Sinek

 

As pessoas são o maior ativo das empresas e o seu contributo é absolutamente crucial para o seu sucesso.

 

Os desafios da área de Human Capital são grandes e estão atualmente muito ligados às mudanças decorrentes da Transformação Digital – a emergência de políticas, estruturas, processos e competências que respondam às necessidades de flexibilidade, agilidade e rapidez associadas à nova Era Digital – e da existência de três e mais gerações a trabalhar na mesma organização.

 

A nossa missão é mobilizar e suportar líderes, equipas e organizações, na definição, estruturação e experimentação da estratégia, políticas, modelos e programas de desenvolvimento e ação, que conduzam a resultados extraordinários.

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Information Technology

“Think Different” – Steve Jobs

 

Nos últimos anos, muito investimento tem sido efetuado pelas Organizações em hardware, software, meios digitais e comunicação, no sentido de agilizar processos de negócio e aproximar cada vez mais as organizações dos seus clientes, cumprindo em simultâneo com os requisitos de natureza legal, compliance e reporting.

 

Para garantir o retorno adequado destes investimentos, de modo a que a atividade possa libertar meios financeiros e remunerar os acionistas, mais do que adquirir e instalar hardware e software novo e/ou de última geração as Organizações devem assegurar, para as suas equipas de Digital e IT:


  • Modelos de governance e de relacionamento coerentes com os novos paradigmas organizativos de rapidez e agilidade;
  • Arquitetura de soluções tecnológicas facilitadora do processo transformacional contínuo;
  • Modelos de dados que facilitam um reporte consistente permitindo uma adequada gestão do negócio;
  • Seleção de soluções de software baseadas em critérios sólidos, especificações e requisitos adequados às necessidades do negócio, e
  • Acompanhamento certo aos projetos de implementação, avaliando riscos, definindo estratégias de mitigação e tendo presente as consequências das decisões tomadas, em termos de prazo, qualidade e de custo.

A nossa equipa de profissionais, com ampla experiência em cliente nacionais e internacionais, tem apoiado com sucesso as Organizações nestas várias vertentes relacionadas com Digital & IT Advisory:


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